Como Está o Seu Baldinho?

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Recentemente eu fiz um desafio nas redes sociais: realizar um desbloqueio energético em tempo recorde. Foi uma experiência fantástica participar do processo de despertar de tantas pessoas. Sabe o que chamou minha atenção? Na maioria dos casos, a raiz do bloqueio era esse: o amor próprio. 

Temos dentro de nós um balde, um pequeno balde. Ele precisa ser abastecido até a boca de água. Essa água que pode transbordar é o amor próprio. O que acontece geralmente é que esse balde fica com um dedo de água, bem raso, bem pouquinho. E vamos vivendo assim, em modo reserva. Quando o surto se dá, nos perguntamos: mas por que?

Porque você está exausto! Porque você está no limite do desamor. As funções vão gradualmente se bloqueando, como um celular no modo economia. Não tem quem aguente! E os consultórios psiquiátricos vão se enchendo…

Como encontrar o abastecimento verdadeiro para transbordar o baldinho do amor próprio?

 

Preencha-se de algo que só você pode fazer: respeito por si mesmo.

 

Reflita agora mesmo sobre que ações pode fazer para expandir esse amor. Para auxiliar nessa reflexão, sugiro um exercício lúdico. Pegue papel sulfite e lápis de cor. Desenhe um balde. Capricha, hein?! Quero esse balde bem colorido. Dentro dele há água. Pinte essa água, de uma cor linda, vale até colocar brilhinhos. Não dê ouvidos ao racional, que vai criticar. Deixe sua criança interior se divertir um pouco.

Feito isso, escreva o que mais você pode colocar dentro desse baldinho: ouvir música, cantar, tocar um instrumento, admirar o pôr-do-sol, hidratar a pele, mergulhar os pés na água, elogiar-se mais, fazer carinho em si mesmo, aceitar-se imperfeito (há tanta beleza nisso!), dançar, dançar nu (!!!) no quarto, rir de si mesmo, alongar-se, descansar….

O que mais você pode colocar no seu baldinho?

O que te faz feliz?

Conte para mim!

Me mande seu desenho…

Vamos vibrar juntos uma nova realidade de amor e aceitação.

Os pequenos detalhes são importantes, lembre-se disso.

 

PS: Registro aqui um agradecimento: para a querida Andressa, psicanalista, que me auxilia na tomada de consciência sobre encher o meu próprio baldinho.

 

Por Patricia Dias
Terapeuta e Treinadora – facilitadora de uma vida mais harmoniosa
www.conexaodosanjos.com.br

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